Monday, June 7, 2010
Say goodbye
Saturday, May 29, 2010
Tempo
Tuesday, February 9, 2010
Invictus

(William Hernest Henley)
Monday, February 1, 2010
Sunday, January 31, 2010
Dia de jogo
Sou benfiquista. Porquê? É talvez daquelas coisas que não se explicam. A simpatia pendeu para ali, a influência paterna certamente também ajudou e, assim, não sendo "uma doente", a verdade é que o clube do meu coração é o Glorioso.
Ontem fui ao estádio e dei comigo a pensar o quanto um jogo de futebol, à semelhança de poucos outros eventos, traz consigo momentos de pura sintonia.
É absolutamente fantástico ter milhares de pessoas unidas pelo mesmo fio condutor, gritando as mesmas palavras de ordem, cantando as mesmas letras, tendo o olhar vidrado no mesmo acontecimento. Cada um vive à sua maneira, ao seu ritmo, com a sua intensidade, mas de alguma forma paira ali uma aura de comunhão indescritível.
Por 90 minutos, as bancadas transformam-se em palco de irmandade, os estranhos são companheiros unidos pelo mesmo desejo, movidos pela mesma ambição, tomados pela mesma paixão.
Ouvir o nome do meu clube gritado por 52 mil pessoas tem impacto. Comove. Ver um estádio inteiro vestido de vermelho, cantando, agitando cachecóis, fazendo ondas humanas e gritando gooooooooooooooooooooooooooloooooooooooooooooooooooo, de pé, até a garganta doer e o coração parecer saltar pela boca, é arrepiante. É o verdadeiro inferno da Luz.
E mesmo no momento mais duro, que é assistir ao golo do clube adversário, que é admitir a inferioridade, a fragilidade, a má jogada, há apenas breves momentos de silêncio (em que cada adepto digere amargamente o que acabou de ver) e o desânimo não dura mais que uns 15 segundos, até que todo o estádio torne a gritar, ainda mais orgulhosamente, pelo seu Benfica.
Ontem saí do estádio feliz, de braço dado com o meu pai, na noite fria, entre os comentários das pessoas que dispersavam, de volta às suas casas e às suas vidas, na sequela de uma vitória.
Outros dias houve em que saímos desanimados, com derrotas ou empates. Mas não há nada a fazer, de facto. Ser de um clube não é uma escolha racional: o nosso é sempre o melhor do mundo, mesmo quando perde por muitos.
Ser do Benfica é apenas ter na alma a chama imensa. E é algo que não se deixa de ser, como dizia outro alguém, “até morrer”.
Friday, January 29, 2010
Porque fazem greve os enfermeiros?

Tuesday, January 19, 2010
Haiti
Caramba, como me custa não poder!
